Sentir, palavras ao meu sentir

Existem momentos na vida da gente em que as palavras perdem o sentido, ou parecem inúteis, e por mais que a gente pense numa forma de empregá-las, elas parecem não servir.
Então a gente não diz, apenas sente.
Sigmund Freud

Quantas vezes isto ocorre, não é mesmo?

Palavras são excelentes, mas em alguns momentos desnecessárias. Palavras são úteis, mas por vezes totalmente inúteis.

Vamos deixar a nossa voz interior dizer algo… Dizer o que sente, o que vê e como acha o melhor para nós. Depois, com nossa razão, tomamos a decisão correta.

Muitas vezes a voz interior/intuição serve para nos auxiliar a viver mais plenamente…

Pense nisto.

 

Beijo no coração das gurias e abraço nos xirús!

Gustavo Rocha

Blog do Gustavo Rocha – PensarFazBem

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Amor e sofrimento

Existe amor sem sofrimento?

Parece óbvio que não, porque sempre pensamos em como amamos a pessoa e não no quanto ela nos fez ou ainda faz sofrer.

Não penso que devemos sofrer o tempo todo, mas penso que o sofrimento, faz parte. Somente através dele podemos avaliar melhor o nosso amor, sentimento e até mesmo libertar o sentimento para ser feliz.

Esta carta de Freud a Marty diz muito sobre este tema:

A Luta pelo Teu Amor

Há um ponto no qual não posso concordar contigo, Marty. Tu dizes que agora somos muito sensatos e o quanto tolos fomos no passado a lidar um com o outro. Eu concordo alegremente que agora somos sensatos o suficiente para acreditar no nosso amor sem quaisquer dúvidas, mas não teríamos chegado a este ponto se não fosse por tudo o que aconteceu entre nós antes. Foi a intensidade do meu desgosto, trazido pela muitas horas de sofrimento que tu me causaste há dois anos, que me convenceu do meu amor por ti. Hoje em dia, com todo o meu trabalho, e a luta por dinheiro, posição, e reputação, que tudo junto mal me dá tempo de sobra para te escrever uma carta afectuosa, já seria quase impossível chegar a essa convicção. Não desprezemos os tempos em que para mim um dia só teria sentido se recebesse uma carta de ti, quando uma decisão tua significava uma decisão entre vida e morte. Eu não sei realmente que mais poderia ter feito nessa altura; foi um período de luta muito difícil, e finalmente, de vitória, e só após disso tudo ter terminado consegui encontrar a paz interior para trabalhar em torno do nosso futuro. Nesses dias eu estava a lutar pelo teu amor como estou agora a lutar pela tua pessoa, e tens que admitir que tive que trabalhar tanto para atingir esse objectivo como estou a trabalhar agora para atingir este outro. (Carta de Sigmund Freud a Martha Bernays, 7 de Janeiro 1885 (excerto))

Com o pai da psicanálise explicando fica mais fácil, né?

Não é fácil dizer eu te amo significando eu te amo. Sem aprendizados passados, é muito difícil, pois o amor será como uma criança que ama tudo e ao mesmo tempo nada…

Que o tempo permita que consigamos manter nosso amor despreocupado infantil, com a sedução e volição do adulto, verdade de um cavaleiro Jedi (que não mente jamais) e a força do sol, que ilumina até um planeta distante para servir de musa aos poetas…

 

Beijo no coração das gurias e abraço nos xirús!

Gustavo Rocha

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