O Simples e o Complicado

As pessoas não querem que se lhes dê lições. É por isso que não compreendem agora as coisas mais simples. No dia em que o quiserem, verificar-se-á que são capazes de compreender também as coisas mais complicadas. Até lá, as instruções são: continuar a trabalhar, discutir o menos possível. Com efeito, só poderíamos dizer a um indivíduo: você é um imbecil, a outro: você é um patife, e há boas razões que excluem a realização expressiva de tais convicções. Sabemos, de resto, que estamos diante de pobres diabos, que receiam por um lado chocar, prejudicar as suas carreiras e que, por outro lado, se encontram acorrentados pelo medo do que está recalcado neles próprios. Teremos de esperar que todos eles morram ou se tornem lentamente minoritários. De qualquer maneira, o que acontece de fresco e de novo é a nós que pertence.

Sigmund Freud, in ‘As Palavras de Freud’

Esforçamo-nos Mais por Evitar o Sofrimento do que Procurar o Prazer

Esforçamo-nos Mais por Evitar o Sofrimento do que Procurar o Prazer

 

Privamo-nos para mantermos a nossa integridade, poupamos a nossa saúde, a nossa capacidade de gozar a vida, as nossas emoções, guardamo-nos para alguma coisa sem sequer sabermos o que essa coisa é. E este hábito de reprimirmos constantemente as nossas pulsões naturais é que faz de nós seres tão refinados. Porque é que não nos embriagamos? Porque a vergonha e os transtornos das dores de cabeça fazem nascer um desprazer mais importante que o prazer da embriaguez. Porque é que não nos apaixonamos todos os meses de novo? Porque, por altura de cada separação, uma parte dos nossos corações fica desfeita. Assim, esforçamo-nos mais por evitar o sofrimento do que na busca do prazer.

Sigmund Freud, in ‘Correspondência (1883)’

 

Viver e não ter a vergonha de ser feliz, já disse Gonzaguinha…

Seja com Freud ou com Gonzaguinha, concordo: Sejamos nós mesmos e o resto que se F…. quer dizer, exploda!

 

Beijo no coração das gurias e abraço nos xirús!
Gustavo Rocha
Blog do Gustavo Rocha – PensarFazBem
gustavo@gestao.adv.br  |  (51) 8163.3333  |  www.blogdogustavorocha.com.br

 

Sentir, palavras ao meu sentir

Existem momentos na vida da gente em que as palavras perdem o sentido, ou parecem inúteis, e por mais que a gente pense numa forma de empregá-las, elas parecem não servir.
Então a gente não diz, apenas sente.
Sigmund Freud

Quantas vezes isto ocorre, não é mesmo?

Palavras são excelentes, mas em alguns momentos desnecessárias. Palavras são úteis, mas por vezes totalmente inúteis.

Vamos deixar a nossa voz interior dizer algo… Dizer o que sente, o que vê e como acha o melhor para nós. Depois, com nossa razão, tomamos a decisão correta.

Muitas vezes a voz interior/intuição serve para nos auxiliar a viver mais plenamente…

Pense nisto.

 

Beijo no coração das gurias e abraço nos xirús!

Gustavo Rocha

Blog do Gustavo Rocha – PensarFazBem

gustavo@gestao.adv.br  |  (51) 8163.3333  |  www.blogdogustavorocha.com.br