Enfim, em si.

Enfim, em si.

(Escrito por Gustavo Rocha, num 22 de Junho de 2022, frio, chuvoso, reflexivo, poético, existencial)

Ah! O Frio…

Para tantos, odioso.

Para outros, amado e bondoso,

Para mim, frio, apenas frio.

Cria em minha entranhas empatia por aqueles que dele sofrem,

Desejo de estar próximo daqueles que coração pulula,

De sentir o calor de perto da estação de outrora!

Sem desdenhar da alegria de agora!

Quando combinado com a chuva,

Parece triste, tristonho, quiçá enfadonho;

Entretanto, o sol continua lá brilhando!

Apesar das nuvens, da água, do frio, da temperatura…

Assim como o sol e a chuva,

Nossa vida se apruma:

Tão pouco enxergamos da verdade solar que vive a iluminar,

E tanto vemos a chuva, frio e tristeza que vem nos assolar.

Porquanto, estes versos tem a vontade metafórica solar – lunar,

Onde pelo reflexo ilumina a abençoar,

Num bom dia poético profanar o que os olhos vêem a janela olhar:

Somos mais do que o tempo tem a nos afirmar!

E, se tens a mínima sombra de dúvidas desta assertiva,

Brindo com minha mais pura narrativa,

Única, singela e peculiar:

Olhe sob o prisma do amar. 

Amar não minimalista do eu te amo ou corpóreo, etéreo e pueril.

Amar, da essência divina que nos construiu.

Amar, verdade indissociável da alma que o homem aderiu.

Enfim, amar: Meu eu, pro teu, pra nós, por nós.

Sou eu, Gustavo Rocha. Tu és? Não importa. 

Importa o que vibro, emano, alumio, bendigo.

Não um nome, um ser, uma pessoa, apenas.

Amar. Não cabe em apenas. 

É, por fim, enfim, em si, a própria existência. 

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