Da gratidão

Este é um texto descoberto em um Lamastério no Tibet, de data ainda imprecisa, numa tradução de Ceslawa M. Nycz, F.R.C. e revisado pelo Sri. Ramatherio e publicado sob a égide da AMORC, no livreto intitulado “a tí concedo”:

DA GRATIDÃO!!!

Assim como os ramos da árvore devolve a seiva à raiz de onde ela proveio; como o rio derrama sua corrente no mar de onde proveio sua fonte, assim o coração do homem agradecido se deleita em retribuir o benefício recebido.

Ele reconhece sua obrigação com alegria; olha seu benfeitor com amor e estima.

Se a retribuição não está em seu poder, ele nutre a lembrança do benefício em seu peito, com bondade, e não esquece por toda sua vida.

A mão do homem generoso é como a nuvem do céu, que, regando a terra, produzem frutos, ervas e flores; mas o coração do ingrato é como o deserto cuja areia engole com avidez as flores que caem e as enterra em seu seio sem nada produzir.

Não invejes teu benfeitor, nem te esforces por ocultar o benefício que te prestou; pois embora seja melhor dar que receber, embora a generosidade desperte admiração, a humildade da gratidão toca o coração e é agradável tanto aos olhos de Deus como dos homens.

Mas guarda-te de receber um favor das mãos do orgulhoso; não devas coisa alguma ao egoísta e ao avaro; a vaidade do orgulho te exporá à vergonha, a cobiça do usurário jamais será satisfeita.

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