Anjos e demônios

“Um homem só encontra a mulher ideal quando olhar no seu rosto e ver um anjo e, tendo-a nos braços, ter as tentações que só os demônios provocam…” – Pablo Neruda

Apesar de muitos apenas pensarem na conotação sexual da frase do Neruda, penso que ela é bem mais abrangente.

Nos sentimos completos quando podemos confiar em alguém (anjo). Nos sentimos amados quando alguém nos olha de maneira mais forte (tentação).

É na cumplicidade e no amor que a felicidade se torna plena, como se estivéssemos no paraíso. É na volição com a pessoa amada que a sexualidade se completa, ou seja, o que acontece entre quatro paredes somente interessa aos envolvidos.

Para amar uma mulher, precisamos senti-la em nossas veias, saber que ela precisa de carinho e de independência, não necessariamente nesta ordem. Prende-la não leva a felicidade, mas deixa-la sozinha também não.

Queremos um anjo que não seja tão anjo assim e um demônio que não exorcize aquilo que temos de bom.

Queremos um altar para nossos amores e uma cova para nossos pudores.

Queremos sensibilidade no amor e força na paixão, não necessariamente ao mesmo tempo e nesta ordem.

Todos queremos encontrar uma mulher como descreveu Neruda, contudo, em todos os aspectos e não apenas naqueles de alcova, não é mesmo?

 

Beijo no coração das gurias e abraço nos xirús!

Gustavo Rocha

Blog do Gustavo Rocha – PensarFazBem

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